segunda-feira, 26 de julho de 2010

Faça sua Equipe parar de Brigar e Começar a Trabalhar




Os conflitos que geralmente ocorrem nas equipes fazem com que seus líderes se tranquem em seu mundo, entrem em desespero ou trabalhem de forma mais individual. No entanto a colaboração está aqui para ficar e provar que várias cabeças pensam melhor que uma apenas. Então, como transformar conflitos em oportunidades?

Quando fazia M.B.A. na Inglaterra uma das primeiras e principais aulas para mim foi "Effective Leadership" (liderança eficiente). Fomos todos a uma floresta no sul da Inglaterra, onde equipes foram formadas, e líderes escolhidos para cada prova. Numa dessas provas, fui escolhida pelo meu time para ser a líder. Todos ficamos conectados, em fila indiana, e de olhos vedados e eu tinha que achar um nó gigante preso à alguma árvore da floresta. Vale salientar que tinham bastante obstáculos, tais como túneis, pneus, raízes das árvores, etc. Após cada exercício comentávamos o que havíamos aprendido, o papel da equipe e o papel do líder. Em todas as provas, sem exceção, ocorreram diversos conflitos. Aprendi bastante nessa aula, e gostaria de compartilhar os ensinamentos com vocês.

Os conflitos podem ser inconvenientes, mas também podem ser saudáveis, fazendo com que ele sirva de aprendizado e estimule a melhoria da equipe e da empresa. Entender o porquê do conflito, como e quando acontecem, além de saber prevenir maiores brigas é uma característica primordial de um gestor.

- Seja pró-ativo
Geralmente os gestores apenas reagem aos conflitos. Sendo que é muito mais difícil resolvê-los quando já ocorreram. Haja vista que as partes já podem ter se envolvido emocionalmente, e levado a discussão para o lado pessoal.

- Como e quando intervir
Na grande maioria das vezes os conflitos se dão devido às tarefas, normas e processos, quando estes não estão muito claros e bem definidos. Não levando em consideração do porquê do conflito aqui vão algumas dicas para resolvê-los.

1. Intervir o quanto antes:
Quando você notar alguma desavença entre os membros do grupo interfira prontamente, ou senão certamente essa desavença vai virar uma bola de neve, tendo como resultado a provável demissão de uma das partes.

2. Enfatize as normas do grupo:
Mostre à equipe as normas que eles concordaram a colaborar. No Brasil essas normas são mais informais, geralmente verbais. Mas caso um conflito tenha ocorrido na sua empresa é um bom indício para colocar tudo no papel.

3. Identifique o acordo compartilhado:
Sua função como líder é atingir um acordo entre os envolvidos. É importante que o grupo esteja na mesma linha de propósitos e valores. Para que isso acontece Richard Boyatziz diz que "o grupo deve sempre conversar sobre o mesmo", ou seja falar sobre seus pontos fortes e fracos, seus problemas e suas soluções. Enfatizando ainda mais o assunto Boyatziz afirma que "o líder deve respeitar os motivos de cada colaborador". Você está lá para ser o facilitador e pacificador. Converse com as partes, primeiro individualmente e depois em grupo.

A melhor forma de curar as feridas causadas pelo conflito é dialogar e voltar ao trabalho. Primeiro o gestor deve fornecer uma tarefa simples para que a equipe resgate sua auto-confiança. Depois, gradualmente, eles irão voltar a trabalhar como antes.
No entanto, se o conflito deixou marcas no emocional das pessoas, é mais inteligente que as partes envolvidas não trabalhem diretamente por um período.

O bom líder torna os conflitos em oportunidades, fazendo com que sua equipe venha a se comunicar,interagir e ter uma competição saudável dentro da empresa... sempre buscando alcançar seu máximo e mostrar seu potencial.

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Chefe Confiante, Mas Nem Tanto


Você é confiante mas não tem tanta certeza... Esta afirmação chega a ser paradoxal, mas muitas vezes é o que sempre ocorre. Essa é a essência do que o psicólogo John Meacham entitula de "Atitude de Sabedoria". Essa mistura de confiança e dúvida é uma boa descrição do que acontece com a maioria dos gerentes e diretores que conheço.
A ideia de Meacham foi aprofundada pelo psicólogo organizacional Karl Weick, quando o mesmo endossou que "essas pessoas que se consideram inteligentes e competentes tem a coragem de agir baseadas em suas crenças e convicções, ao mesmo tempo em que elas tem a humildade de perceber que podem estar enganadas e precisam se preparar para mudar seus paradigmas e ações, quando informações contrárias pedem um novo rumo para tomada de decisões".

Houve, certa vez, numa conferência no Vale do Silício (CA, EUA), entre o guru da inovação Clay Christensen e o CEO da Intel, Andy Grove, publicada pela Harvard Business School Publishing, onde Grove destacou que segue a linha deste post. "Nenhum de nós tem a certeza de para onde estamos indo, ao menos eu não tenho. Eu apenas sigo as minhas intuições, auxiliadas por minha experiência e conhecimento do mercado e decido qual caminho seguir prontamente. Decisões não esperam, sejam elas sobre investimentos ou pessoais. Além disso, temos pressa em priorizar as ações para ter um diferencial e seguir na frente de nossos concorrentes". Ele ainda dá duas dicas durante a conferência:

1. Aja baseado nas suas convicções temporárias, como se fossem as melhores. Não espere muito para tomar a decisão.

2. Quando você perceber que agiu errado, corrija o rumo da situação o mais rápido possível.

Esta balança entre confiança e dúvida é um ponto essencial para chefes competentes. A confiança do chefe inspira as pessoas à sua volta a segui-lo e a confiar nele e em si mesmos. Por outro lado, a dúvida convida as pessoas ao redor a expressar suas opiniões, se envolvendo mais com seu chefe e a empresa como um todo.

Frank Hauser, diretor de palco renomado nos EUA, foi questionado sobre esse tema e ele argumentou que como diretor ele tinha três armas: o "Sim", o "Não" e o "Não Sei", use-as, você pode sempre mudar sua opinião depois.

Muitos dos CEO's que admiro como A.G. Lafley (P & G), Indra Nooyi (Pepsi) e Anne Mulcahy (XEROX) apresentam habilidades de agir confiantemente nos assuntos que eles tem expertise, ao mesmo tempo que duvidam um pouco de seus demais conhecimentos. Eles aprendem a cada dia com essas dúvidas, sempre abertos a novas e divergentes opiniões. Sem essas dúvidas as portas para novos conhecimentos estariam fechadas, e é bem provável que eles seriam arrogantes, tendo a certeza de ter sempre a verdade suprema.

Mesmo você tendo quase certeza de que está no caminho certo, fique sempre atento às novas informações mercadológicas, estando sempre em alerta a possíveis problemas e oportunidades, a fim de agir de forma a aprimorar sempre as decisões de sua empresa. Deixe sempre a porta aberta!

sábado, 17 de julho de 2010

Você Errou... E Agora???




Qualquer pessoa normal que trabalha em um escritório já errou alguma vez no ano. O problema é que a maioria se martiriza por isso, claro que ninguém gosta de cometer erros. A boa notícia é que há o lado positivo da coisa, e se você agir de acordo com os passos abaixo, provavelmente o erro não marcará negativamente sua carreira.

Na realidade os erros podem contribuir para a aprendizagem tanto da pessoa que o cometeu, quanto para a organização como um todo, haja vista que eles são pré-requisitos para experimentações e claro para a inovação dentro da empresa.

Dessa forma, não se preocupe. Se você já cometeu um erro no trabalho, mesmo ele sendo grave, você pode se recuperar desse tropeço caso você o utilize como aprendizagem.

De acordo com Paul Schoemaker, da Wharton School of Business, "as pessoas tendem a maximizar os problemas e minimizar suas conquistas". Como resultado, as pessoas escondem seus erros, ou pior ainda, continuam errando. O que pode ser perigoso e trazer consequências graves tanto para o colaborador quanto para a empresa.

Aqui vão algumas dicas de como superar essa fase difícil...

1. Reconheça o erro.
- Seja transparente
- Não culpe colegas, o processo, ou o sistema
- Mesmo sendo um erro cometido por um departamento você faz parte dele
- Caso tenha decepcionado algum colega peça desculpas
- Analize o erro e aja diferente
- Seja pró-ativo, visualizando sempre o futuro

2. Siga um rumo diferente.

- Responda rapidamente com ações, mostre suas qualidades e sua eficiência
- Demonstre que você mudou e que seus colegas e superiores podem confiar em você
- Assuma responsabilidades e demonstre com ações que você está mais que apto para exercer as mesmas tarefas e até outras mais desafiadoras
- Transforme o erro (passivo) em oportunidades (ativo)

3. Tenha o apoio do seu network.
Pesquisas demonstram que um grupo de colegas (fiéis) podem lhe auxiliar com diferentes perspectivas sobre o assunto, mostrando caminhos para que você recupere sua reputação na empresa.

4. Reconstruindo a auto-confiança.
É uma etapa difícil, não vou mentir, mas tenha em mente que você não pode ter medo de tentar, só assim você sairá da zona de conforto e se destacará dos demais. MOSTRE PARA QUE VOCÊ VEIO... QUAL SEU DIFERENCIAL??


"OS ERROS SÃO ESSENCIAIS PARA O DESENVOLVIMENTO DA LIDERANÇA PROFISSIONAL" Paul Schoemaker.

terça-feira, 13 de julho de 2010

Por que Amizades Importam?





Fazer amizades é uma arte, mantê-las é um dom. Para ser um bom amigo você tem que se doar. Mas ao mesmo tempo não poderá esquecer de seus objetivos e ir em busca deles, mesmo auxiliando o próximo quando eles precisam. Além disso, você precisa ter personalidade para ajudar seu amigo que está precisando de um apoio a buscar sua auto-afirmação e forças para superar suas dificuldades. É necessário amar mesmo aquelas pessoas que não concordamos muito em certos aspectos de suas vidas, somos todos diferentes na realidade. E é essa diferença que nos dá força para querer ver o outro mais feliz. Dê, mas não espere nada em troca, apenas sua felicidade em receber um sorriso, ou ver aquela pessoa que você ama progredir.
De acordo com um estudo realizado pela Dra. Elizabeth Dunn da University of British Columbia, "dinheiro pode comprar felicidade... caso você o invista em outras pessoas".
Então... podemos afirmar que os budistas, católicos, espíritas e até alguns ateus já afirmam há séculos... A RECEITA PARA A FELICIDADE É A DOAÇÃO! Seja essa doação como um voluntariado, prestando serviços comunitários, doando dinheiro e o mais importante doando um ombro amigo. Um grupo de pesquisadores Americanos entrevistaram cerca de 600 pessoas e concluíram que a felicidade é maior quando as pessoas gastam seu dinheiro em caridades.

Então podemos afirmar que ter amigos e os tratando bem é uma estratégia vitoriosa para a vida! ... Mas e no trabalho???

Caso você alguma vez já tenha assistido a algum reality show (como Big Brother) já deve ter ouvido algum participante afirmar: "Não entrei aqui para fazer amigos".

Bom, vamos analisar os dados. Caso você esteja à procura de um emprego é bom que você tenha vários amigos! Pois a forma mais rápida de ser inserido no mercado de trabalho é através da famosa indicação. Do outro lado, quando você já está trabalhando, ter um grande amigo no trabalho poderá trazer grande influência na sua trajetória para o sucesso. Principalmente se o cargo dele for de chefia e se o mesmo tiver acesso direto às pessoas tomadoras de decisões.
Para reafirmar esse quesito, a Gallup Organization, fez uma pesquisa com 5 milhões de trabalhadores acima de 35 anos e descobriram que 56% deles que disseram ter um grande amigo no trabalho tinham um relacionamento sério, era bastante produtivo e eficiente (segundo o feedback dos empregadores), enquanto que os 8% que disseram não ter grandes colegas de trabalho não tinham essas qualidades.


A verdade é que aqueles que pensam que não estão no trabalho para fazer amigos, não vencerão como profissionais. Essa afirmativa serve para reality shows, para o mercado de trabalho e principalmente para a VIDA!

E então... você quer continuar no seu emprego ou buscar um novo desafio profissional?? FAÇA AMIZADES! Cresça o seu networking!!!

domingo, 11 de julho de 2010

Tornando Apresentações Eficientes



Na empresa em que você trabalha há uma cultura complexa de apresentações? Caso não esteja seguro quanto a isso, se pergunte quão frequente as reuniões são dominadas por incontáveis slides. Imagine quanto tempo é gasto preparando, aprimorando e depois encaminhando essas apresentações aos participantes.
Em que grau os apresentadores são avaliados pelos resultados trazidos por essas reuniões? E pelos resultados dos colaboradores enquanto poderiam estar realizando suas tarefas?
Não estou aqui para condenar as reuniões muito menos as apresentações. No entanto, muitas empresas as realizam como uma forma de ritual, que deve ser seguido, mesmo não havendo necessidade para tanto.
Segundo a Harvard Business Review, uma das formas mais comuns de tornar uma empresa complexa e travada é através de extenuantes e inúmeras apresentações, sem que haja um propósito à vista. Contribuindo mais para o tema, a HBR menciona que as ferramentas como Power Point são geralmente mal utilizadas, fazendo com que elas inibam o diálogo, dificultando assim a comunicação do grupo presente.
O New York Times, abordou o assunto colocando em sua capa, recentemente, uma apresentação de Power Point comicamente complexa sobre o conflito no Afeganistão, comentando que o esforço Americano não estava sendo tão eficiente devido à essa dependência de apresentações excessivas.

Caso sua empresa sofra desse problema aqui vão algumas dicas para aprimorar as apresentações, tornando-as mais eficientes e menos tediosas.

1. Explique e seja claro quanto ao objetivo da apresentação.
- Comece sua apresentação informando seu objetivo final.

2. Uma apresentação NÃO é um report.
- Ela deve ser suscinta
- Revelar os pontos essenciais
- Chamar a atenção dos participantes:
* Utilizando gráficos fáceis de se ler;
* Imagens;
* Vídeos;
* Pequenos casos.

3. Crie regras para as apresentações.
- Número máximo de slides;
- Tempo de apresentação.

Desenvolver apresentações eficientes requer tempo, e sabemos que atualmente tempo é dinheiro! Mas uma boa apresentação é um investimento que irá trazer benefícios para o apresentador e os participantes, em forma de aprendizagem, e para a empresa com novas idéias, que poderá gerar dividendos!

sexta-feira, 9 de julho de 2010

A Era da Informação

A volatilidade do mundo dos negócios faz com que a sobrevivência e o sucesso de uma empresa dependa do desempenho e das competências de seus colaboradores, e pricipalmente daqueles que trabalham com o conhecimento. Isso por que o desempenho organizacional está intimamente ligado ao desempenho individual e coletivo daqueles que fazem a empresa. A vantagem competitiva e sustentável de uma organização depende da transformação do conhecimento em resultados organizacionais concretamente positivos.
Segundo Drucker, é necessário saber administrar os trabalhadores do conhecimento de modo a alcançar maior produtividade. O desafio central é fazer com que pessoas comuns atinjam resultados extraordinários.
Em uma empresa onde o conhecimento é valorizado e prezado pela diretoria o estímulo ao aprimoramento contínuo faz com que seus líderes e colaboradores alavanquem o sucesso do sistema. Esse sistema deve proporcionar ferramentas, retaguarda e recursos (materiais e não-materiais) para que os colaboradores gerem resultados que venham agregar valor à empresa.
O segredo do sucesso atual está nos colaboradores, pois eles são os principais produtores do conhecimento e da vantagem competitiva das empresas.
O conhecimento está assumindo atualmente o papel de principal fator de produção na Era da Informação.

sábado, 3 de julho de 2010

O Modelo de Estilo Social



Uma ótima dica de livro baseado em como auxiliar seus colaboradores para que eles se tornem ótimos empregados.
Com modelos, práticas e diversas explicações Erika Andersen mostra que se você quer continuar competindo no mercado cada dia mais acirrado, e além disso aumentar seu market share, e se diferenciando dos concorrentes, você precisa mais do que nunca de apoio.
Esse apoio virá de sua própria equipe, aprimorando-a a fim de atingir um objetivo comum: o sucesso de sua empresa, e a satisfação dos stakeholders.
Este livro é um guia de como criar um ambiente de trabalho dinâmico, onde os esforços realizados por você e pelos seus colaboradores se expandirá para o sucesso nos anos futuros.
Aconselho a todos lerem o capítulo 06, onde tem o Modelo de Estilo Social, onde é possível aplicá-lo em seus colaboradores a fim de conhece-los melhor como profissionais, adquirindo conhecimento sobre seus pontos fortes e fracos. Dessa forma, você poderá utilizar essa ferramenta tão valiosa para ter um coaching mind-set. Preparando uma ferramenta de coaching individual, para tornar pessoas comuns em performers extraordinários!
Cresce seu colaborador, cresce sua empresa!
Boa Leitura!!!!

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Mulheres Qualificadas no Mundo Emergente

Para lidar com a escassez de profissionais competentes em países emergentes como no BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China), as empresas precisam desenvolver os colaboradores mais qualificados, o que significa, cada vez mais mulheres inseridas no mercado de trabalho. Em 2006 foram inseridas 26 milhões de mulheres nesses países. Outro dado bastante interessante é que o sexo feminino representa 60% dos formados em cursos de pós-graduação no Brasil. Pesquisas apontam que mulheres com alto grau de instrução são bastante ambiciosas. Dessa forma, 80% das mulheres no Brasil aspiram a um cargo de comando. Além disso, 80% das entrevistadas em nosso país se comprometem em se esforçar mais no trabalho ante uma porcentagem de apenas 21% nos países desenvolvidos.
A massa profissional feminina do BRIC, se sente satisfeita em seus empregos. Citam o estímulo intelectual, crescimento pessoal e profissional, além de compreender que os colegas de trabalho são parte da grande motivação para sua ascenção profissional.
Mas como atrair e reter esses talentos?
O lugar mais indicado para selecionar essas mulheres é na universidade. Empresas eficientes e pró-ativas utilizam uma abordagem criativa e direcionada, diferenciando a marca e os benefícios para atrair esses talentos.
Caso a profissional se depare com dificuldades em encontrar um emprego que se encaixe com suas necessidades e ambições, uma boa dica é a formação de redes e de relacionamentos, o chamado networking. Ambos auxiliam as mulheres a ter mais visibilidade no mercado de trabalho. Após inserida neste mercado, essas mulheres não relaxam. Estas maximizam as oportunidades dentro da empresa, estabelecendo laços com os stakeholders (Clientes, fornecedores, colaboradores, a comunidade e os acionistas). Estas redes externas, quando firmadas com excelência, auxiliam as profissionais a estabelecer um sistema de apoio que as ajudam a produzir melhores resultados para a empresa, seja minimizando custos, implementando ideias enviromentally-friendly, ou minimizando os processos redudantes e maximizando a eficiência da empresa, ajudando a tornar a companhia mais lucrativa e bem vista diante dos clientes.
O lado ruim é que infelizmente em países como o Brasil as mulheres qualificadas são sub-aproveitadas. No entanto, com a garra e esforço produzido pelo talento feminino, elas estão na vanguarda da mudança, aprimorando o mundo no qual vivem.