Para lidar com a escassez de profissionais competentes em países emergentes como no BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China), as empresas precisam desenvolver os colaboradores mais qualificados, o que significa, cada vez mais mulheres inseridas no mercado de trabalho. Em 2006 foram inseridas 26 milhões de mulheres nesses países. Outro dado bastante interessante é que o sexo feminino representa 60% dos formados em cursos de pós-graduação no Brasil. Pesquisas apontam que mulheres com alto grau de instrução são bastante ambiciosas. Dessa forma, 80% das mulheres no Brasil aspiram a um cargo de comando. Além disso, 80% das entrevistadas em nosso país se comprometem em se esforçar mais no trabalho ante uma porcentagem de apenas 21% nos países desenvolvidos.
A massa profissional feminina do BRIC, se sente satisfeita em seus empregos. Citam o estímulo intelectual, crescimento pessoal e profissional, além de compreender que os colegas de trabalho são parte da grande motivação para sua ascenção profissional.
Mas como atrair e reter esses talentos?
O lugar mais indicado para selecionar essas mulheres é na universidade. Empresas eficientes e pró-ativas utilizam uma abordagem criativa e direcionada, diferenciando a marca e os benefícios para atrair esses talentos.
Caso a profissional se depare com dificuldades em encontrar um emprego que se encaixe com suas necessidades e ambições, uma boa dica é a formação de redes e de relacionamentos, o chamado networking. Ambos auxiliam as mulheres a ter mais visibilidade no mercado de trabalho. Após inserida neste mercado, essas mulheres não relaxam. Estas maximizam as oportunidades dentro da empresa, estabelecendo laços com os stakeholders (Clientes, fornecedores, colaboradores, a comunidade e os acionistas). Estas redes externas, quando firmadas com excelência, auxiliam as profissionais a estabelecer um sistema de apoio que as ajudam a produzir melhores resultados para a empresa, seja minimizando custos, implementando ideias enviromentally-friendly, ou minimizando os processos redudantes e maximizando a eficiência da empresa, ajudando a tornar a companhia mais lucrativa e bem vista diante dos clientes.
O lado ruim é que infelizmente em países como o Brasil as mulheres qualificadas são sub-aproveitadas. No entanto, com a garra e esforço produzido pelo talento feminino, elas estão na vanguarda da mudança, aprimorando o mundo no qual vivem.
Muito interesssante o artigo, uma pena que em nosso país as mulheres qualificadas ainda não tenha o espaço merecido. Bem curiosa a informação de que as mulheres representam 60% dos fomados em cursos de pós-graduação...
ResponderExcluirNão sabia dessa informação. Interessante!!!!!!
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