sexta-feira, 4 de novembro de 2011
FUTURO DA ECONOMIA BRASILEIRA
A economia brasileira deverá crescer 3,6% neste ano, 3,5% em 2012 e 4% em 2013, prevê a organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que estima em um relatório divulgado nesta quarta-feira (02/11/11) que o desempenho está "bem abaixo da taxa potencial de 4,5% ao ano".
Essas projeções dependem ainda, segundo a organização, de um cenário econômico global "relativamente favorável".
Brasil tem pior perspectiva de desaceleração em relatório da OCDE que recomenda que países ricos não aumentem juros. Grécia precisará de uma geração para controlar dívida, diz OCDE. "Há riscos negativos ao redor deste cenário, e o desempenho econômico do Brasil depende da materialização de um cenário relativamente favorável para a economia mundial", diz o relatório Estudos Econômicos sobre o Brasil.
Segundo a organização, a demanda interna, "estimulada por um investimento vigoroso, deverá provavelmente continuar sustentando a atividade econômica, mas deverá se atenuar progressivamente" em razão do aperto das políticas macroeconômicas.
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, declarou em Paris há cerca de duas semanas que o PIB brasileiro deverá crescer entre 3,5% e 4% neste ano e 5% em 2012, "mesmo com uma piora internacional", previsão bem acima da anunciada nesta quarta pela OCDE. Convenhamos que o governo brasileiro está parecendo o governo Argentino, no que diz respeito à percentual de crescimento e inflação.
Mantega também afirmou na ocasião que a desaceleração econômica no segundo e terceiro trimestres havia sido "programada" e foi decorrente de medidas adotadas para atenuar o nível de atividade em um cenário inflacionário, como o aumento dos juros.
Inflação
A OCDE prevê ainda que a inflação brasileira poderá se reduzir progressivamente, mas deverá se manter na parte superior da meta estipulada pelo governo, que neste ano é de 4,5%, com tolerância de dois pontos percentuais para cima ou para baixo.
Segundo a organização, a inflação brasileira deverá ser, portanto, de 6,5% em 2011. Ela cairá em 2012 para 6,2% e para 5,1% em 2013.
Para a OCDE, o principal desafio macroeconômico do Brasil "consiste ainda em reduzir a inflação sem atrair capitais voláteis".
"As atuais condições econômicas internas e internacionais representam um desafio para a política monetária", diz a OCDE, acrescentando que as autoridades terão de enfrentar a difícil tripla tarefa de manter a independência da política monetária, a estabilidade da taxa de câmbio e a flexibilidade dos movimentos de capitais.
"Aumentar a taxa de juros para abrandar o crescimento econômico pode atrair capitais de curto prazo, alimentar a expansão econômica e provocar novas pressões de alta sobre o real", diz o relatório.
A organização recomenda que o governo brasileiro reduza os riscos associados aos grandes fluxos de capitais voláteis, principalmente por meio do aumento da poupança pública.
Agora é apenas esperar para ver até onde esses políticos e seus percentuais ilusórios vão chegar neste ano e no ano de 2012. Mas pelo que estou vendo, é melhor apertar o cinto. Com os Estados Unidos ainda em crise, e a zona do Euro em desespero, sem saber o que fazer, não serão os emergentes que tirarão todas essas nações da lama não. Ademais, é muito mais fácil caírmos nela também.
BRASILEIROS, SOFREDORES MAS SEMPRE ALEGRES!
Cinqüenta e um por cento dos brasileiros ouvidos em um levantamento do instituto GlobeScan entre julho e setembro disseram acreditar em um cenário "bom" ou "majoritariamente bom" para a economia dentro de um ano.
Notícias relacionadas com a Europa à espera de ajuda, Dilma chega a Cannes e prevê três anos de crescimento 'abaixo do potencial' para o Brasil. Mais de 85% de jovens no Brasil creem em futuro promissor, diz pesquisa Tópicos. No ano passado, 57% dos brasileiros escolheram esta resposta, disseram os pesquisadores.
Neste ano, 20% dos brasileiros disseram acreditar em tempos "ruins" ou "majoritariamente ruins" no próximo ano.
O otimismo registrado nos países emergentes – China e Índia tiveram o mesmo percentual de otimistas que o Brasil, por exemplo – contrasta com a realidade nos países desenvolvidos.
No Japão, apenas 5% dos entrevistados acreditam em um cenário econômico mais positivo nos próximos 12 meses, e essa proporção foi de 8% e 9% na Grã-Bretanha e na França, respectivamente.
Nos EUA, os otimistas contaram 16% dos americanos ouvidos, enquanto os pessimistas somaram 38%.
"As pessoas nos países desenvolvidos veem seus prospectos de curto e longo prazo como sombrio, e a crise que continua na zona do euro só piora as coisas", disse o presidente da GlobeScan, Doug Miller.
Já no Brasil, na Índia e na China, os "gigantes emergentes", disse Miller, "a pesquisa revela uma forte confiança do consumidor".
Entretanto, nem todos os países desenvolvidos registraram cenário puramente negativo. No Canadá, 28% dos entrevistados expressaram otimismo, enquanto na Alemanha essa proporção foi de 36%.
Futuro melhor
A pesquisa foi realizada com mais de 25 mil pessoas em 25 países. O continente que mais registrou otimismo foi a África.
Na Nigéria, 72% dos entrevistados disseram acreditar em melhoria no cenário econômico nos próximos 12 meses, enquanto este percentual foi de 57% no Egito, 55% no Quênia e 53% em Gana.
A pesquisa também detectou um nível mais elevado de otimismo em relação à economia nos próximos cinco anos.
Os entrevistados que disseram acreditar em um cenário positivo neste horizonte somaram 37% da amostra, contra 31% no ano passado.
Os mais otimismas para o período são os egípcios (74% dos entrevistados), nigerianos (73%) e chineses (62%). Os brasileiros estão empatados com os ganenses: 60% creem em prospectos positivos para a economia daqui até 2016.
Por esse estudo, podemos ler que os mais pobres são os mais felizes!!!! Como diz uma amiga minha: "Já visse pobre com depressão?"
Nois sofri, mais nois gostcha!!!!
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
SEJA VOCÊ!
Desmotivado, desanimado. Fica em casa mandando e-mails para empresas com seu currículo, um pouco desatualizado, esperando uma ligação ou um e-mail com uma resposta positiva para uma possível entrevista... Sinto muito, mas esse não é o caminho mais propício para você conseguir aquele trabalho tão sonhado. Primeiramente, vou mesclar esse artigo com o anterior. Caso você já esteja trabalhando e queira ser promovido (isso se já estiver pelo menos de 8 meses a 01 ano no cargo atual, e se a empresa for de grande porte) tenha uma conversa com seu superior, atrás de um feedback. Caso este feedback seja positivo, dê margem a uma possível proposta sobre promoção, e mostre seu interesse em sentar naquela cadeira!
No caso de estar desempregado e em busca de emprego, não desanime em obter o primeiro, segundo, terceiro, quarto,.... NÃO. Faça com que cada NÃO que você recebe lhe dê mais força e motivação para buscar mais e se aperfeiçoar mais durante as entrevistas e dinâmicas de grupo. Com mais entrevistas você perderá aquele friozinho na barriga, estará menos nervoso para responder às perguntas e saberá respondê-las de forma persuasiva, e não se esqueça de dizer sempre a verdade.
As pessoas responsáveis pela seleção de uma empresa sabem ler seu comportamento, lidam com isso há anos, e aquelas respostas já elaboradas, sinceramente, são péssimas para o candidato.
Faça uso de seu networking, que você cultivou no seu meio pessoal e profissional. Caso você seja um profissional bem qualificado para o mercado em que está inserido, procure a ajuda de um Headhunter. Ele, ou ela trará mais possibilidades de empregos com salários geralmente maiores para você. Isso se você estiver disposto a até se mudar de cidade ou região.
Não mande currículos à toa para conseguir qualquer emprego. Uma oferta de trabalho boa não se ganha, se conquista. Só os melhores é que estão à frente de quem tenta a sorte. Então se prepare, siga suas metas, a fim de conquistar seu objetivo, o trabalho que você sempre sonhou.
Mude para ser você! Não siga as regras de seleção, e não vá com respostas e produções pré-elaboradas. As empresas estão à procura de diversificação para aprimorar seus quadros de funcionários. Procuramos aqueles que possam colaborar com o diferencial e agregar maior competitividade na empresa. As idéias que agregam e que são diferentes nos impulsionam! Então seja você, seja autêntico! Não use rótulos!
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